STF EXCLUI O ISS DA BASE DE CÁLCULO DO PIS E DA COFINS
Ao julgar o RE 592.616, com repercussão geral (Tema 118), o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por maioria, que o ISS não integra a base de cálculo do PIS e da Cofins, por não constituir receita ou faturamento da prestadora de serviços. A Corte aplicou ao ISS a compreensão de que valores destinados a outro ente tributante não representam ingresso definitivo da empresa. A tese deverá orientar os demais casos sobre a matéria.
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STF CONSIDERA INCONSTITUCIONAL ALÍQUOTA MAIOR DE ICMS SOBRE ENERGIA ELÉTRICA E COMUNICAÇÃO NO MARANHÃO
O STF declarou inconstitucionais trechos da lei do Maranhão que fixavam ICMS de 27% sobre o fornecimento residencial de energia elétrica acima de 500 kWh mensais e sobre serviços de comunicação. Na ocasião, a alíquota geral era de 23%. Ao aplicar o entendimento de que esses serviços são essenciais, o Tribunal afastou a cobrança de alíquota superior à geral.
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STF MANTÉM COBRANÇA DE ADICIONAL DE ICMS SOBRE SERVIÇOS DE TV POR ASSINATURA EM PERÍODO ANTERIOR A 2022
O STF manteve a cobrança de adicional de 2% de ICMS sobre serviços de televisão por assinatura em Mato Grosso do Sul, referente ao período de 2011 a 2014. O valor era destinado ao Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza. O contribuinte questionou a cobrança, alegando que os serviços de telecomunicações são essenciais e não deveriam sofrer tributação mais elevada.
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STF DEFINE O MARCO INICIAL DO PRAZO DE DEZ ANOS PARA DEVOLUÇÃO DE TRIBUTOS NA CONTA DE LUZ
O Supremo Tribunal Federal definiu que as distribuidoras de energia devem repassar aos consumidores os valores recuperados pela exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins. O prazo de dez anos começa quando a distribuidora recebe os valores ou quando a compensação é definitivamente homologada pelo Fisco.
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STJ INCLUI NOVAMENTE EM PAUTA DE JULGAMENTO A INCIDÊNCIA DE PIS E COFINS SOBRE BONIFICAÇÕES E DESCONTOS: PREVISÃO É DE JULGAMENTO OCORRER EM 11/11
A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) voltou a pautar, agora para a sessão ordinária de 11 de novembro de 2026, o julgamento do Tema 1.412 dos recursos repetitivos. O tema definirá se as bonificações e os descontos concedidos por fornecedores na aquisição de mercadorias integram a base de cálculo do PIS e da Cofins.
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STJ ANALISARÁ CRÉDITOS DE ICMS SOBRE DESPESAS COM FROTA PRÓPRIA
A Primeira Seção do STJ reconheceu a relevância da discussão sobre o aproveitamento de créditos de ICMS na aquisição de combustíveis, lubrificantes, pneus e peças de reposição utilizados na frota própria de empresas cuja atividade principal não seja o transporte de cargas.
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STJ: POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NÃO TÊM DIREITO A CRÉDITO DE PIS E COFINS SOBRE ETANOL ANIDRO
A 2ª Turma do STJ decidiu, por unanimidade, no julgamento do REsp 2.194.849, que os postos revendedores de combustíveis não têm direito a créditos de PIS e Cofins sobre o custo do etanol anidro. Esse produto é misturado pelas distribuidoras à gasolina vendida ao consumidor final. O caso se refere ao período em que a Lei 11.727/2008 assegurava esse crédito às distribuidoras que adquiriam o produto.
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STJ VAI DEFINIR SE O ENCERRAMENTO ANTECIPADO DO PERSE FOI LEGAL
A 1ª Seção do STJ vai fixar entendimento vinculante sobre a legalidade do encerramento antecipado do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse). O colegiado também determinou a suspensão nacional dos processos sobre o tema. O programa zerou as alíquotas de quatro tributos federais para as empresas do setor, com duração prevista de 60 meses.
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STJ MANTÉM REGRA DE CÁLCULO QUE LIMITA DEDUÇÃO DE JCP
A Primeira Turma do STJ decidiu, por unanimidade, que as empresas só podem deduzir do IRPJ e da CSLL os Juros sobre Capital Próprio (JCP) calculados pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), prevista em lei. O colegiado rejeitou o pedido dos contribuintes para substituir a TJLP pela Taxa de Longo Prazo (TLP) no cálculo. O entendimento coincide com o que a Segunda Turma já havia adotado.
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STJ DEFINE QUE UNIÃO ESTÁ ISENTA DE HONORÁRIOS SUCUMBENCIAIS EM AÇÃO CIVIL PÚBLICA
A Primeira Seção do STJ firmou, sob a sistemática dos recursos repetitivos (Tema 1.177), a tese de que a União está isenta do pagamento de honorários advocatícios de sucumbência quando for derrotada em ações civis públicas, exceto em casos de comprovada má-fé.
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STJ FIXA TESES SOBRE ÔNUS SUCUMBENCIAIS E MODULAÇÃO DE EFEITOS NA INCLUSÃO DA TUST/TUSD NO ICMS
A Primeira Seção do STJ consolidou, sob o rito dos recursos repetitivos (Tema 1.429), duas teses complementares à modulação de efeitos do Tema 986, o qual definiu a inclusão da Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão (Tust) e da Tarifa de Uso de Distribuição (Tusd) na base de cálculo do ICMS.
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STJ GARANTE AO MUNICÍPIO ONDE FICA A USINA A PARCELA DO ICMS SOBRE SUAS VENDAS
A 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu que as vendas de uma usina localizada em Colônia Leopoldina (AL) devem contar a favor desse município no cálculo da parcela do ICMS que lhe cabe. Isso vale mesmo quando a comercialização é feita por uma cooperativa sediada em Maceió. A disputa envolvia o chamado valor adicionado, critério usado para dividir a arrecadação do imposto entre os municípios.
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RECEITA FEDERAL VEDA COMPENSAÇÃO ADMINISTRATIVA DE TRIBUTOS COM CRÉDITOS DE PRECATÓRIOS
A Superintendência Regional da Receita Federal da 7ª Região Fiscal esclareceu, por meio da Solução de Consulta nº 7.015/2026, que não é possível utilizar créditos de precatórios para compensar administrativamente débitos de tributos federais.
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RECEITA FEDERAL ESCLARECE LIMITES À REMUNERAÇÃO DE DIRIGENTES DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO IMUNES
A Receita Federal, por meio da Solução de Consulta Cosit nº 204/2026, esclareceu que o limite legal de remuneração dos dirigentes estatutários de instituições de educação que usufruem de imunidade tributária se aplica apenas aos valores recebidos pelo exercício das funções estatutárias. Assim, a remuneração decorrente de contrato de trabalho mantido com a mesma instituição não se soma a esse limite, desde que não haja incompatibilidade entre as jornadas de trabalho.
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MG ALTERA REGRAS PARA RESTITUIÇÃO DE IPVA E TRLAV PAGOS INDEVIDAMENTE
A Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais publicou a Resolução SEF nº 6.084/2026, que permite ao terceiro que pagou indevidamente IPVA ou TRLAV requerer a restituição, desde que o débito correspondente já esteja quitado.
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